quarta-feira

Dissertação a três na câmara escura

À espera do cão amarelo

O cão amarelo estava no cimo de uma sombra branca. O cão amarelo era a imagem que todos viam de costas. O cão amarelo era todo ele, selénio pela rua. Pela rua do selénio, vivia um cão amarelo. O cão amarelo emitia latidos, gargalhadas, sons, que, certamente ultrapassavam todas as galáxias para além do imaginável. O cão amarelo era algo de impensável. O cão amarelo era quatro patas e um latido que a todos aterrorizava, cheio de palavras, pela noite. Selénio! Selénio! Gritava o cão amarelo em latidos fustigados pelo vento que lhe açambarcava três das quatro orelhas que possuía muito antes de ter nascido. O cão amarelo era um olho grande muito aberto que nada via. O cão amarelo nada via, vivia! O cão amarelo viajava pela cidade e contava todas as pedras de cor. Apesar de nunca saber contar, nada. O cão amarelo não era nada. O cão amarelo era o observador da rua. Era observador de si próprio. Observador das gentes que iam para o barco. -“Oh gentes que vão para o barcocontai-me de onde vindese não digam de por onde andeis…” dizia o cão amarelo. Pois eu sei tudo sobre o passado e nada sobre o futuro. Eu sou o cão amarelo de selénio. Eu sou o cão amarelo do silêncio. O silêncio que está por todo o lado. O silêncio está dentro de mim. Ladra Auauauauau Na rua, as gentes diziam… Algumas temerárias… Au au au Outras refractárias, algumas eram apenas como um azulejo, reflectido nos mares. De Setúbal a Tróia. Havia quem tivesse dito que muitas noites, apenas teriam visto o cão amarelo. Au au au au Com sombra branca. A navegar por mares nunca antes. Descobertos pelos cães amarelos. O cão amarelo era cidadão do mundo. O cão amarelo era dissidente contemporâneo. Ressalvado por todas as ressalvas. Inoportunamente nascido num século que não era o seu. O cão amarelo era de todos os séculos. O cão amarelo estava ali fixo na sua sombra branca. O cão amarelo era fixo ao céu-da-boca do mundo. Que tinha inventado dentro de si e que ninguém mais conhecia, a não ser aqueles que um dia acreditaram no cão amarelo. Que ficaram a pensar que ele até podia ser Deus. Há quem diga que Deus ficou a pensar que podia ser o cão amarelo. Porque o cão amarelo vê tudo. Sabe tudo. Imagina tudo. Chamam-me o cão amarelo, e sou omnipresente! Auuuuuuuu Tem tudo e não tem nada. Sou o nada e sou o tudo. Presentemente vou pelos mundos que poucos de vós conhecerão. Olham para mim e vêem apenas um cão… Amarelo. Olham para mim e vêem apenas um cão… Amarelo. Mas acreditem! Eu sou com pelo. Eu sou cerebelo. Eu sou hipotenusa. Eu sou uma medusa canina. Eu sou um cavalo. Eu sou uma luz. Auuuuuuuuuu Eu sou uma lâmpada estrelar com muitos quilos de anos às costas indefinidos. Eu vivo onde nada existe. Auuuu rrrrrrrr Auuuu rrrrrrr Eu me revelo no que nico e desapareço na realidade. Sou o químico revelado, transfigurado, anatómico. Sou o sangue das patas para as orelhas. Sete, tenho contado, tudo ouço. Tenho três bocas, quatro caudas. Tenho amarelo de todas as cores. Nas sete cabeças. Tenho 439 metros. Tenho 5300 anos. Sou o silêncio e sou o caos. Sou o princípio e sou o recomeço. Sou a finalidade indefinida, daquilo que nunca começou. Rrrrrrrrrr...Auauau Agora podem olhar para mim. Que já tenho sombra preta. Nasci dentro de um ácido cilíndrico, redondo, rectangular de plástico, às riscas. Alguém me levanta, alguém me mergulha. Sou feito de papel e osso. Ando pela calçada, de papel, oiro e prata. Tudo o que podeis pensar. Rrrrrrrrrrrrrr Auuuuuuuu O cão amarelo revela-se a si próprio. Só vê quem quer. O cão amarelo tem a cor vermelha. O cão amarelo é amarelo… e basta!!! Acaba de se revelar ao mundo… Ao mundo dos passantes que passam sem o verem. Porque é tão comum. Porque ele é tudo, é cão amarelo. Sobre a casa uiva, na noite…na Lua… Auuuuuuuuuu É o cão amarelo! É a cor preta e branca. Auuuuuuuuu É o cão amarelo! O cão que está à espera que… É o cão amarelo! Auuuuuuuuu …Pensem! É o cão amarelo! É o cão amarelo! É o cão amarelo!

terça-feira

Déspota que causada em sucessivas experiências

Claustrofóbico cálculos de mesa a metade do contraste da telha no tal sotão de velharias, um cirurgião subverte-as sobretudo esses costuras de ficando quase óculo-pedal. Ele força um agitado que regurgita hispanos entre outros transcendentes. Aliás esta última compreende cavidade sialo-sanitária que, com um gancho, cospindo amalgamas de inconfundível.
O energúmeno diz:
«Pestanejai óculo-pedal que adornasseis extensores do pulso e dedos seu-vizinho, e pai-de-todos. Saca escalas encefálicas e respectivas escadas impensamentais, que o simultâneo projecta hiper-existência mais confusa e ainda mais confundísseis, mesmo por aí desde operações trans-rasgadas.»

O mentecapto nasce em psicomotora inibido. Inibísseis qualquer alarido que sobretudo esses gestos recarga mais de um só lugar no --- inauguração parcela por parcela.
O mentecapto, se falasse, diz:
«Com as rótulas nas pálpebras, pestanejo a correr, a correr, a correr, mais que tu enfeitiçado.»

Eu amuo ainda mais praxia imprestável, ou o amuamento eleva o intervalo regular.
O amuamento eleva o intervalo regular.

quarta-feira

Gorgomilo Inflamado



Estava à espera aquando inconfundível fundiu.
O raspanete ignóbil afoitou-se perenemente.
E disse:
- A voz mal derivada ao sabor das escamas bolou.
O pente capta a espinal do sugo.
Meticulosa e formigueiro.
Vermes compactam o solavanco recaustado.
O touro arruaça a calçada.
E a Constança esvoaça o caramelo.
Sabes muito desassossego palitado.
Agora só rendilhados vibrantes ao bechamel.
Por elas coimas amedrontam-se.
Asfalto intrigante precipitou-se ao rocambolesco.
Eram nus ao todo.
Para cima e nada, flechas de guardanapos metálicos.
Sinceramente soando.
Cuspindo amálgamas de irrequietos paladares.
Chegou ao fim.
Minguando trepa de cascas.

domingo

A hipofaringe intrometida faz estiolar


Burburinhos cheios de mutismos atravessam a aflição do anelo da atónita Ulemá como uma esgrimista lascívia veemente.
O afastado, encarado pela janela do táxi nº “v.o.l.1+1=3 u.p.i.a ”, de uma agremiação que tolhia com perseverança no insisto do Gonçalo incessantemente circunspecto atiçando os instintos, fenecendo os ensinamentos.

Interiormente da alcova da primeira pisada do edifício mesmo em frente, exaltam se expulsões, nos predilectos lábios em ulos incontidos em súplicas indecorosas.
A hipofaringe intrometida faz estiolar a mulher que os taxistas dizem…

A donzela, menina de desmedida idade compareceu no estio, impulsionou divaga no Gonçalo restituído aos melindrados, investigando a queda de qualquer milímetro da epiderme estatuária.
Impregnada de concupiscência a tal mulher, “sabem aquela que o taxistas”, abafa, artículo de bocal enxurrada, agiganta o encarniçamento que lateja imponente transbordando a mulher de deleite

quarta-feira

A mini nina abalroará de ímpeto desdobrada


Polichinelo inspirou e mergulhou no ditado.
Valeu no estio interveniente numa extensão ao inicial do afecto numa essência azul contemplada. Ela, insondada, com todo o embaraço.
Os lóbulos hão-de infusões crescentes na mente, como amas sadina.

A natureza cerca o embalo de ambos. A insondada energia que se resumiu.

Por cortesia e coacção todos aqueles germes subordinam diamante num claudicante ânimo. A insondada actuará sustentáculos na reminiscência repentina do cepo. Individualidades em cadência, ajustam dissonantes entrevistos.
Polichinelo e a insondada imperecível merendam.

Humedeceu insondada em baques das suas somatologias, misturam fímbrias afinal, igualmente, melhor, excessivos ainda derreiam mesmo na finalização em greda.
Delicadas contradanças no plano, destes organismos por uma existência na racha.

A insondada num fortuito ósculo cauterizado.
Sem raspanço polichinelo desprende carícias em curvaturas suaves no tálamo, enreda insistente com palpites, gorado no ensopado obscuro, de impulso

Desacordados embicaram nascente exaltação, avistaram até ao sismo…

Resquícios de mitos


Difundir de humílimo pasto sobre chão aqui, irrompeu caleidoscópio. Saem aguarela que indisciplina o horizontal quantas as vezes cantaremos os mesmos ---- “Prolonga árvores solitárias, escalando aquelas que hifenizam a condição de serem-me derrame.” Cada uma, raízes curiosas no milagre.

Colina --- ainda alvorada e de equívoco por chegar -- distrai - - distrai-me - - distrai-me -- Despertai o gemido da carícia, resquícios de mitos, jasmim dos mesmos, sílabas que, meditando, dão sombras de tamanho. Encontramo-nos aqui todos os anos, maciços de jamais - - - - sabes que aprofunda, tantas as vezes quanto as soltamos.




Sabes que aprofunda, tantas as vezes quanto as soltamos

terça-feira

Desembrulhadas que topará a mínima de repente


Eu que peei insisto --- ah sucumbiu o exemplo! --- apareceste no Verão por tamanho ao primeiro amor. Nos lábios há sugestões, crescentemente com fornada.
Infratemperamento/parque/baloiço/dói-me que estais intensivo de cegos insisto --- por favor, liberta-me todos os começos debaixo do oxigénio e farei a árvore memória de imediatas árvores que foi música afinal ----- como nós, imarcescíveis.
Regasse palpites de anatomia e juntámos margens ainda mais --- mais, muito mais curvas até ao fim do giz. Macias do vaivém macio --- nesta de seres és/vulva/és acaso beijamo-nos --- calcinado não basta.
De amaciadas pelo peito, de macias no leito, desembrulha tenazes de instinto que nenhum fóssil, de repente, topará esta euforia.

Ah sucumbiu o exemplo!

sábado

As Entraves Amestradas



Na escada em amanteigada electrizante, a Lua foice.
E volta e meia escorrega no sufixo piloso.
Ao gesto de luz sinfónico, quadruplica-se ao segundo por entre ela.
O biface ao rubro de espinhos encaracolados pestaneja.
Inconsequentemente!
Antes de raspanetes colaterais, tias assolapam o mindinho.
Ting, Tong, Ting, Tong.
De boca escancarada o xis trespassa-se em si.
Bandas de mecos “pictorianos” desvendam-se em feridas.
Por fim a manta curva-se ao ampere.
E a ministerial saliência absorve o reflexo com exactidão.

terça-feira

O perito jazz em mi introduziu os incessantes

Uma deslumbrada sentia-se pendente pela falta dos talões de aprazimento, o estupor surripiou me os inteiramente e, desvaira-se ao capitular no curativo.


Noutra hora as meninas apaixonavam-se intervenientes cercas miuçalha descomunais, abnegadas de torvidade volante.
A adição que o “garçon” apresenta as meninas, criaturas equitativas no cubículo do ponto do requintado ao ajustamento.

A deslumbrada Desacompanhada algures alheio, criatura que o fruto cedeu interveniente á tal, determinado, esse, algum, assim.
Demandou: “ As trevas, vida já, singular óbvio instintivo ao decúmeno filete de peixe que o gato...
As meninas entraram em casa.
“Planeiam ainda atinjo de nicles”
Genetriz! Progenitora! Fonte! Protectora! Causa!
A Mãe estava numa tira com o Gonçalo, embaciados antecedentemente na derradeira do artritismo.

Mas já a deslumbrada?
Empedrou o automático expansivo e restabeleceu-se.
Baqueia, capitula, desprotegida depois de o perito jazz em mi introduziu os incessantes dáctilos ortoépicos em fados embarcados.
O taco inutilidade de aninho.

As meninas na frialdade moem erva-dedal enfarinhada ao candente.
O nutrir é hoje de sopés de apito.
A fazenda desmoronou-se de novos ventos procuradores no cervejeiro.
Não contorno, esfacela o dito, respeitável juntamente de uma atónita que empeçou.

os velhos guardam veias

Se quem vitalidade dar monotonia, estrafega mudas de retrospectiva, a mesma semi-nua amolgou-se a cada devastação também e nem eles nem a sessenta estariam pictóricas. Manusear de parado que foi uma esgrimista encharcada é agilidade que dactilografa ênfase à detida de vozes, e é redactilografada tal como os velhos guardam veias. Seguiriam muitos como foi virado com isso. Hoje só alguns corpos tiveram prazer.

Hoje só alguns corpos tiveram prazer.

segunda-feira

(......)!

Umaesgrimistadactilografadadentrodeumassombrada
Dactilografemosimpensamentosnopensamentointeirodagente
Esgrimistassombradaumadentrodactilografadadeuma
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Dactilografodactilografasdactilografadactilografadactilografamos
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Juntamente a multidão atesta actualmente.

Intrépido o Risco resvala o deliro convulsivo, figura em magote tempestuoso, lembrança de uma emissão de acelerómetros. Acariciado no regozijo, aniquila calejado contingente, é de obscuridade, na qual o Risco reassume. O exício do Risco senta-se com estrita mente permeável dês de ir laico patente por celsitudes: compara encalço sobre transição.
A miúda mente evocando afocinhas e volverás noutros auscultados. O senhor “É” conjunto a razão com pelos visto a traves pedra-pomes afinal eximidos de esbarro. Desconhecido o Risco, optou arriscar-se assim sem aptidão nem com as miúdas distinguidas à conexão da privação que come género de marcado em frente.

É só a enfiada nos táxis lúgubres, domesticando em resumo horizontal, dependente, uniforme por singular, à excursão fatídica essa comprimida actualmente no solaparem de cúmulos ininterruptos. Melhor rubicunda que enxergámos lá.

Arrojado alcantil, pregada a subsistência, abraça alguma em posição croma sóbria em rumo de vestígios.
Ex.ª inútil, presenteia o abismo de aquele proprietário, cicia a bambinela na carambina.
“O Risco protegeria ferina nu, lança bátega de vida numa tipa de favila fidalga num corpo padrões. – Replica a garota em cima de um penedo antropomorfa.

E o espaço curvo de um ser espacial mediante acolá. Juntamente a multidão atesta actualmente.

sábado

Almofariz gigante de paredes suzuki *



A enxada amanhece.
Poroso pairou estremunhada de revés.
Em alçação simulam-se galopes.
Gémeos unem-se na manhã de trocos.
O pássaro complica a anatomia do tapete.
A chuva penteia-se atomicamente de vezes sem conta.
No horizonte o crânio afaga a tatuagem.
Ao fóssil só a marcha é permitida.
O molde agradece.
Calçou o mecânico inanimado e sarou.
O ar espesso gargalha.
Soquetes de salmão desodorizam o paladar.
A pomada sacrificou-se ao desleixo.
O gramofone piscou o bedelho aos pulos.
O relinche é agora de abas de grilo.
A tinta esperneia virtuosos soluços.

No perímetro estaladiço, vetusto e de uma assombrada.
Pálido arrefece.
Completamente amical.

Mas mesmo assim ele não voltou a abraços.

* (1ª compilação de textos)

Se, mas, é.


Estava debruçado pelos calcanhares, o pasmo dedal ao cair do penso.
Outrora comiam-se por entre partículas astronómicas, altruístas de rigor ambulante.
A soma é igual ao quarto canto do sumo equestre.
Só lá fora é que o filho deu por isso.
Retorquiu: “ A sombra é agora um manifesto involuntário ao décimo filamento.
“Quero mais bolo de nozes”
Mãe! Mãe! Mãe!
O filme gonçaliano entupiu antes da última gota.
E agora?
Calçou o mecânico inanimado e sarou.
Cai, cai, só amanhã.
A esgrimista jasmim enterrou os ininterruptos dactilografados em cascos.
Ao lanche nada de aconchego.
A neve mastiga o dedal ensardinhado ao rubro.
O relinche é agora de abas de grilo.
O pano desabou a noventa por cento.
No perímetro estaladiço, vetusto e de uma assombrada.
Começou.

sexta-feira


O Gonçalo afigura o começo das destapadas em faculdades vulgares desfolhadas.
Elas cerebrais, num efeito de método autêntico aglutinado à serenidade da moção.
Molde misto da actividade encaminhado sobre a analista do cachopo, iniciado naquela estufa a mil e tal giras do pêndulo em cata do período extraviado.
Tratava-se de reassumir, para as normas ilustradas do Gonçalo, aqueles aspectos da existência que constituem a lavoura pública, e que até hoje declamam para a elaboração do xenofobismo, um almanaque de partículas em genica e fertilidade.

quinta-feira

Precipitado cinza.

Impávido precipício espasmódico aparece em mangas efervescentes duma ejaculação de táxis. Acocorado no entusiasmo aprendesse como é de densidade, na qual humano recupera. O precipício está constantemente penetrável desde intemporal óbvios de altura: mede pegada após passagem, meticulosamente chamando sucumbes e reaparecerás noutros ouvidos. E também pelos vidros ainda isentos de impacto. Ninguém preferiu ousar tal faculdade nem desequilibravas à analogia do vácuo como género de hiper-frente. É apenas a correnteza de táxis pretos, subjugando a síntese vertical, sujeitos, um por um, à jornada trágica tal compactada até assolaparem de acumulação perpétua. Mais encarnada que sei lá.
Impávido precipício, infligida existência, segue qualquer posição cromática em vias de vestígio.

- Exasperante vão, lisonja o precipício meu senhor! – sussurra a cortina no gelo.
-Muito que evitaria brutal nu, precipita aguaceiros de sangue numa espécie de cinza que solarengas aos corpos originais. – responde o rochedo antropomórfico.

E o lugar volta a ser espacial por ali, com gente repleta de agora.



Até assolaparem de acumulação perpétua.
(reprodução esquemática encontrada num rochedo)

terça-feira

Tardívago nas de infância

A fenda emancipava-se, costumava auferir fundas de infância antes da núcula dos passados. Ancião, o médium, continuasse ondulado repete “vinde cá meu filho”: toca-lhe em colar de miomas à retina de intuição sob mais luares de intensidade, e parece nitidamente como. Ulemá vive com as mãos pegadas nos braços. Prenúncio de ei-la dentro de uma deslumbrada (como fora experimentado), confrangeu às suas mil unidas, autentifica regresso ou simplesmente expectativa de génese na luminária tubular. Aproveita-se com a miragem mediante aumentável tendência de voz:
“A água intimida;
o chão intimida;
a manhã intimida;
o pão intimida;
a mãe… a mãe…. a mãe intimida.
As paisagens buzinam o pensamento ininterruptível…. aliás, a brisa na amendoeira é parte desta ondulação.”

O ancião prende o ondulado à superfície imune aos olhos, depois dá-se ao acostumado de ficar como nada pertence horror. Que fendas tão tardívagas nos ladram e sorvem?

Levem ad eternum à precedência, conforme vem na infância.


fundas de infância à volta da miragem
(conforme descreveriam os anciãos)

domingo

nela esqueceu-se de saltar que ficou


Da estação a abarrotar de prestes, emprestando-lhes jorros de desfocada, fugiram deles que se aquela traição por ali transferira nas enxurradas. Noite de expresso apavorado esfalfa-se com correrias e esquivou-se de improvisos à calçada pesadamente de cães farejam.
Pela pressa de vários, avenida com exageradão perturbante fachadas de encerra: rápido, mais rápido, mais rápido perderam-se da frente ou espécie de chiadeira de apuros. Serpentearam em contravento, apinhada de oblíquas feições com esquinas de contacto raptor de incidentes, seduções e traquitanas. Mais ainda estava por último.

A velocidade é a voracidade de tantas coisas a puxar o tétrico: esquivo, esquiva-te, esquivem-se, esquiva-se naquela primeira gelosia de apressado salto.
Como escondido na aureola dum certo prédio de que deram fama ao beco assustados dos filhos da terra. Arrastam-se pela escada acima onde os tons de meia hora caracterizam o próprio tempo com um candeeiro de sândalo, susceptível de penumbra.
Roga-se que mais acima se haja supremacia de proteger.
Mas ralos monumentais repousam no topo patético; qualquer rebordo esperará que raramente chega um prometido para boiar na indecisa atmosférica.


que deram fama ao beco assustados da terra
(monumento a abarrotar de prestes)

quinta-feira



Governanta o dia apenas um e demais erguendo-se à pressa
Correrias tome lá, perguntava-se recheado de ulemás movimento
Excelente precipício papel vermelho canhões das mangas bolorentas
Reconheci-o (pancinha branca catedral ao fim da tarde) quando de mangas
Você? Flanela aberta ferazita desde ontem ah grande não há não! Passe bem…
Saxónio ateniense pronto a refundir o gosto correcto em solarengas
Oh!...junto do peitoril cresce a abobreira recheada de amareladas vá…
Fez-se ruburosa cheia de fruta gotinha de champanhe bebemos de pé
Um sol peninsular e cigarros às sete, nós temos gelo se quiser
Não! Não! Não!Não! gelo ou cão? Gelo ou cão? São as bodas meu senhor!
Lagar de pés ao centro havia por ali gente repleta de verão
Paraísos ulemá….paraísos braços ao pescoço fazer nada cachecol